quinta-feira, 30 de agosto de 2012

I BIENAL DO ALTO TIETÊ - TV ARTPONTO

 



















STANLEY WELBER
ROBERTO DUQUE
SIRLEY LACERDA
GILBERTO MATTOS
RUBENS CAVALCANTE


I BIENAL DO ALTO TIETÊ - CAT.1 - PÁG.C - VÁ AO PAVILHÃO DA BIENAL DO ALTO TIETÊ
BIENAL DO ALTO TIETÊ













AKINORI NAKATANI
MAURICIO CHAÉR
JOSÉ NEVES
JOÃO CASTILHO
ENERI PIETRO

I BIENAL DO ALTO TIETÊ - CAT.1 - PÁG.B - A.NAKATANI-M.CHAÉR-J.NEVES-J.CASTILHO-E.PIETRO
BIENAL DO ALTO TIETÊ 



  



PORQUE A BIENAL DO ALTO TIETÊ

O conceito de uma bienal de arte nasceu em Veneza em 1895. Era como continua sendo até hoje um evento delimitado no tempo, vibrante. Voltado para o contemporâneo.
Fórmula foi seguida com poucas variações; Bienais e Trienais multiplicaram-se pelo mundo afora. No Brasil há o exemplo ilustre da Bienal de S. Paulo, hoje de grande importância internacional. Ela acontece regularmente desde 1951, tomando-se um ponto de referência fundamental no cenário artístico brasileiro.
O Alto Tietê é um celeiro de artistas e vocações artísticas e o interesse pela arte é grande apesar da falta de oportunidades para se manifestar. A primeira Bienal do Alto Tietê surge para ajudar a preencher essa lacuna. É uma iniciativa dos artistas da região em busca não 'Só de oportunidades para melhor integração e conhecimento mútuo, mas também de uma ocasião preciosa e periódica de contato direto com o público e com a mídia.
Os artistas promotores do evento e o Memorial do Alto Tietê que graciosamente o hospeda, esperam estar contribuindo para a divulgação da Arte na região, contam com a presença de todos os interessados em arte e esperam sugestões para um futuro aperfeiçoamento.
Alto Tietê; abril de 2001 André Masini.

ÍNDICE
Daniel Mello, pág. 34
Damião de Oliveira, pág. 57
Darcy Cruz, pág. 54
Derli Mello, pág. 3
Ednalva de Oliveira Batista, pág. 38
Eloíse Franzini Miranda, pág. 39
Enery Pietro, pág. 14
Francisco Machado, pág. 28
Gilberto Mattos, pág. 17
Heraldo Moraes, pág. 55
Iberê Rodrigues, pág. 27
Ismael Mendonça, pág. 26
Ítalo Lossano, pág. 37
Jam (José Antonio Moraes), pág. 31
Jeanette Legband, pág. 43
João Castillio, pág. 13
Jorge Amaro, pág. 30
José Marlil de Vasconcelos, pág. 51
José Neves, pág. 12
Líbano Montesanti Calil Atallah, pág. 25
Lídia Costa, pág. 39
Leôncio Carrasco Duran, pág. 40
Lúcio Bittencour, pág. 08
Marco Martins, pág. 48
Marceliano Valdesoiro Fernandez, pág. 49
Maria Ruiz, pág. 55
Margô Dreger, pág, 37
Maurício Chaér, pág. 11
Miguel Barros (o mulato), pág. 41
Nerival Rodrigues, pág. 53
Nildá Bueno, pág. 21
Norberto Duque, pág. 16
Olga Nóbrega, pág. 50
Paulo Sexto do Prado, pág. 20
Pedro Neves, pág. 22
Policarpo José Ribeiro, pág. 23
Roberto Dante, pág. 18
Rubens Cavalcanti, pág. 17
Saraiva, pág. 32
Sirley Lacerda, pág. 16
Stanley Welber, pág. 15
Suely Mafuz, pág. 36
Takeo Moribe, pág. 19
Tommy dos Santos, pág. 35
Valdir Alves, pág. 29
Vineli Gallego Perez, pág. 36
Victor Wuo, pág. 44
Wilma Ramos, pág. 52
Zane Otani, pág. 46
Alzira Martins Appollo, pág. 58
Jonas Ferreira Mesquita, pág. 58
Marlene Alves dos Santos, pág. 58
Vera Lígia Silva de Castilho, pág. 58


























Sobre qualquer destes artistas, você pode conseguir informações pelo e-mail no rodapé desta página.



A REVISTA É UM ÓRGÃO DA libanoatallah@terra.com.br
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Líbano Montesanti Calil Atallah